terça-feira, 23 de junho de 2020

Saindo do natural para entrar no sobrenatural



João 4.35 a 38: “Não dizeis vós que ainda há quatro meses até à ceifa? Eu, porém, vos digo: erguei os olhos e vede os campos, pois já branquejam para a ceifa. O ceifeiro recebe desde já a recompensa e entesoura o seu fruto para a vida eterna; e, dessarte, se alegram tanto o semeador como o ceifeiro. Pois, no caso, é verdadeiro o ditado: Um é o semeador, e outro é o ceifeiro. Eu vos enviei para ceifar o que não semeastes; outros trabalharam, e vós entrastes no seu trabalho.”

Nesta passagem, nós vemos que os discípulos estavam tendo uma visão carnal daquele campo. Mas Jesus os exorta para que eles levantassem a cabeça e enxergassem de maneira espiritual. Este é o tempo de enxergarmos além, de enxergamos o sobrenatural!

Eles sabiam discernir o tempo, pois estavam a quatro dias da colheita, mas não sabiam discernir os sinais espirituais. Jesus, então, amplia este raciocínio e os inspira a ter atitudes espirituais para que eles pudessem reconhecer os sinais do novo tempo que o Senhor tinha para eles. Eles precisavam erguer seus olhos, abrir seu entendimento e alargar as estacas da tenda!

Com base nisso, precisamos:
  
1- Ter clareza do que Deus está nos mostrando

1 Coríntios 2.13: “Disto também falamos, não em palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas ensinadas pelo Espírito, conferindo coisas espirituais com espirituais.”

Não fique na dependência do que é natural, porque nossas conquistas começam no mundo espiritual!

2- Ter consciência de que os campos estão brancos e que chegou a hora da colheita

Vamos sair do natural e entrar no sobrenatural!

3- Entender que estamos liberados

Mateus 12.1 e 2: “Por aquele tempo, em dia de sábado, passou Jesus pelas searas. Ora, estando os seus discípulos com fome, entraram a colher espigas e a comer. Os fariseus, porém, vendo isso, disseram-lhe: Eis que os teus discípulos fazem o que não é lícito fazer em dia de sábado.”

Gálatas 5.1: “Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão.”

Os discípulos estavam famintos. Apesar de estarem caminhando em meio às plantações, não podiam colher espigas, porque era sábado. Mas o Senhor os liberou.

As circunstâncias não importam, a última palavra é de Deus!

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